A Exophiala dermatitidis é um fungo filamentoso dematiaceo. É responsável por phaeohyphomycosis, mycetoma, chromoblastomycosis e fungemia
Apresentação clínica:
- Infecções Cutâneas: nódulos, úlceras, ou lesões escuras na pele.
- Infecções Respiratórias: sintomas semelhantes aos de uma pneumonia, como tosse, febre, e dificuldade respiratória.
- Disseminação Sistémica: em casos graves, o fungo pode se espalhar para outros órgãos, causando sintomas variados dependendo do órgão afetado.
Fatores de risco:
- Imunossupressão: doenças
ou tratamentos que enfraquecem o sistema imunológico, como HIV/SIDA,
quimioterapia, ou uso de imunossupressores.
- Exposição ocupacional ou ambiental: trabalho ou atividades em ambientes
com alta humidade e presença de matéria orgânica em decomposição.
Transmissão:
- Inalação
de esporos: a principal via de entrada do fungo no organismo.
- Contato
Direto: lesões cutâneas podem ser causadas por contato direto
com o fungo em ambientes contaminados.
Macroscopicamente as colónias são de crescimento lento, inicialmente pretas semelhantes a leveduras, tornando-se cinzentas semelhantes a camurça com o desenvolvimento progressivo de micélio aéreo.
A microscopia mostra inicialmente células semelhantes a leveduras e posteriormente hifas septadas que sustentam as células conidiogenas (anelideos) que dão origem a longas cadeias de células fusiformes.
A E. dermatitidis cresce 40 graus Celsius ao contrário da E. jeanselmei.
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Cultura em gelose-agar Sabouraud, 7º dia de incubação. |
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Reverso da colónia. |
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Cultura por inundação (7º dia) |
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Reverso da colónia. |
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OUTRA ESTIRPE
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Colónia com 7 dias de incubação. |
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Colónia com 7 dias de incubação. |
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Ampliação 100X. |
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Ampliação 100X. |
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Ampliação 400X. |
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