A R. argillacea é isolada em doentes com fibrose quística nas quais é responsável por pneumonias e em doentes com doença granulomatosa crónica provocando nestes infecção disseminada.
O papel patogénico na fibrose quística ainda não está completamente estabelecido (colonização/infecção) mas o facto de revelarem resistência aos azóis pode levantar alguns problemas terapêuticos. As equinocandinas são os antifungicos mais eficazes, a anfotericina apresenta uma eficácia variável.
Em cultura, o fungo apresenta colónias de crescimento moderado (3 cm em 7 dias), brancas ou creme.
Ao exame microscópico este fungo faz lembrar o Penicillium com os conidioforos assimetricamente verticilados, mas os conideos são cilindricos e não são verdes, dispondo-se em longas cadeias colunares (no Penicillium os conidieos são redondos, ovais ou elipsoides).
As diferentes espécies de Rasamsonia são termotolerantes apresentando crescimento óptimo a 36 graus Celsius.











